quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Movimento Solidariedade / Belém, lança Rogério para Presidente do Dagua:

Militante do Partido dos Trabalhadores desde os 15 anos de idade, Cláudio Rogério da Silva Corrêa, sempre esteve comprometido com a luta em defesa dos excluídos de Belém, é por esses fatores que o MOVIMENTO SOLIDARIEDADE / BELÉM, o apresenta para disputar a presidência do Partido dos Trabalhadores do Distrito DAGUA.
E convoca a todos os militantes que sonham com reconstrução do PT, a partir da formação de sua base, para aderir a esse projeto que mudará a cara de nosso partido no principal distrito administrativo de Belém...

Por uma reforma política no PT

O crescimento do nosso partido em todo o país, seus mais de 1 milhão de filiados, sua presença nas câmaras municipais, prefeituras, governos de estado, sua transformação no principal partido nacional, sua presença nos movimentos sociais e sindicais, acumularam junto com as virtudes de um partido vitorioso um conjunto de problemas de organização partidária e de comportamento político e ético que exigem há muito tempo novos instrumentos.

Entre estes novos instrumentos, sem dúvida o mais urgente é o Código de Ética, uma de nossas bandeiras mais destacadas desde que nos constituímos como o movimento da Mensagem. O Terceiro Congresso, realizado de 31 de agosto a 2 de setembro de 2007, aprovou a elaboração deste Código e atribuiu a sua elaboração e aprovação ao Diretório Nacional. Ele será mais um marco na história de nosso partido e da democracia brasileira, e sua aplicação resgatará nossa dívida com os problemas evidenciados na crise de 2005.

Nossos estatutos também necessitam de atualizações urgentes, que precisam ser produzidas para aprovação no Quarto Congresso do PT, convocado para fevereiro de 2010. Entre elas se destacam as que dizem respeito às filiações e à necessária identidade dos filiados com os princípios e o programa partidário, às eleições e à capacitação de nossas direções, às organizações de base, à sustentação financeira do partido, e à definição e compromissos de nossas candidaturas majoritárias e proporcionais.

Para um partido com mais de um milhão de filiados, com uma base social de trabalhadores, com amplas responsabilidades na condução da luta pela transformação socialista e democrática do Brasil, a organização de base é fundamental. Nosso maior problema não é o tamanho das filiações, mas como elas são feitas e como o partido organiza seus filiados e filiadas, como eles são formados, como participam da construção do seu programa político e das ações definidas pelo partido. A ausência de organizações de base e de espaços amplos de participação limita o potencial do partido. Desde a fundação do partido, a sua organização é uma questão que permanece em busca da melhor resolução. As reformas estatutárias deram feições mais eleitorais e mais centralistas à organização partidária. Permaneceu, no entanto, a forte democracia interna e o impulso de base que se manifestaram em defesa do partido em vários momentos, como aquele decisivo, em 2005, com o maciço comparecimento ao PED e com a majoritária defesa de teses socialistas.

Defendemos um amplo movimento que crie organizações de base dos filiados e filiadas, no espírito do que foi representado pelos núcleos nos primeiros tempos do PT, e uma revisão estatutária conferindo poderes a estas organizações de base. Consideramos esse movimento um dos aspectos mais importantes da preparação do PT para disputar e vencer as eleições de 2010. Ao mesmo tempo, essa energia militante deve ser uma fonte fundamental para a sustentação financeira do partido. Este deve inovar nesse aspecto, inclusive criando mecanismos e incentivos para a contribuição financeira através da internet.

As filiações em massa constituem um grande desafio para o futuro da identidade do PT. Elas viraram um poderoso instrumento sem regra para garantir o acesso ao poder interno e o fortalecimento de seus promotores para galgar postos eletivos ou administrativos nas estruturas do Estado. E, assim, vem forçando uma lógica competitiva na qual terminam entrando até setores do partido descontentes e insatisfeitos com este mecanismo. Nossa proposta imediata é realizar, como já o fizemos no partido em outra ocasião, um chamamento a todos os novos filiados a partir de uma data que abranja as recentes ondas de filiação, com regras, que entre outras medidas exijam o comparecimento pessoal do filiado à sede do partido e sua participação em evento de formação política promovido sob a coordenação da Escola Nacional do PT em conjunto com as secretarias nacional e estaduais de formação e com o apoio da Fundação Perseu Abramo.

Outro problema essencial não resolvido no PT, como reflexo da sociedade brasileira, diz respeito à superação da desigualdade a que as mulheres estão submetidas. Tivemos muitos avanços neste sentido em nossa história, como a obrigação partidária de ter no mínimo 30% de mulheres nos organismos partidários, aprovada no Primeiro Congresso em 1991. O PT foi protagonista decisivo em outras conquistas das mulheres na sociedade brasileira, entre elas, a obrigação dos partidos de ter pelo menos 30% de mulheres em suas chapas para as eleições proporcionais. Recentemente, o Terceiro Congresso do PT aprovou uma corajosa resolução “Por um Brasil de Mulheres e Homens Livres e Iguais” onde se destaca a “Defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada e a morte de centenas de mulheres, na sua maioria pobres e negras, em decorrência do aborto clandestino e da falta de responsabilidade do Estado no atendimento das mulheres que assim optaram”. No momento em que o partido avançou com a resolução do Terceiro Congresso e discute a candidatura de uma mulher à presidência da República, não podemos aceitar retrocessos como a CPI do aborto, a diminuição da presença de mulheres nos cargos eletivos (que já é muito baixa) e em outros cargos de poder. A luta das mulheres pela igualdade é central na construção de uma sociedade democrática.

Novos avanços também são necessários na conquista dos direitos da juventude dentro do PT e na sociedade. O ano de 2008 neste sentido foi positivo dentro do PT, com a realização do Primeiro Congresso da Juventude do PT. O partido está em débito de uma presença maior na defesa do conjunto dos direitos da juventude na sociedade, especialmente dos jovens das periferias das grandes cidades.

A sociedade brasileira carece de uma luta mais forte contra o racismo, a discriminação, e a intolerância. No caso da numerosíssima população negra do país, o papel do PT é ser bastante ativo na formulação e defesa de iniciativas que garantam: o acesso dos afrodescendentes à educação integral de qualidade, às universidades especialmente através das cotas, à formação profissional e ao trabalho bem remunerado, a difusão da cultura negra, o respeito às religiões de matriz africana, e as iniciativas de intercâmbio cultural e político com a África. Além disso, como em outros movimentos pela igualdade, é importante a presença da militância petista na produção de políticas concretas mobilizadoras e a organização dos movimentos negros por seus direitos.

Será muito útil à presença política do PT na sociedade e à formação de seus filiados à adoção de algumas campanhas que mobilizem as nossas bases partidárias e sociais e repercutam no país.

Todos reconhecem que o partido precisa ter um avanço de qualidade nas formas de comunicação que devem ir muito além de material escrito e reuniões presenciais, lançando mão das redes virtuais que associam pessoas através da internet, que permitem a imediata participação delas em debates e na expressão de seus posicionamentos sobre temas relevantes em discussão ou decisão no partido. Isso vai no sentido de mais democracia e mais participação dos filiados e simpatizantes, diminuindo assim a distância entre a cúpula e a base partidária, e diminuindo os perigos de nos distanciar do sentimento popular.

Estas e muitas outras tarefas exigem de todos os petistas um revigoramento de nossas energias militantes. O momento histórico do mundo deve significar para nós uma oportunidade de reafirmar os generosos ideais que formaram o PT, que o transformaram em um dos mais fortes partidos de esquerda do mundo. Esta é a nossa nova mensagem para uma nova conjuntura: Por um PT com voz firme e ativa!



MDS e CAIXA promovem inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família:


Até 2010, quase quatro milhões de famílias, hoje excluídas de serviços financeiros, vão ter acesso à rede bancária. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal lançam, nesta quarta-feira (28), em Brasília, o Projeto de Inclusão Bancária dos beneficiários do Programa Bolsa Família.

A medida vai promover a inclusão de um público que estava fora do mercado financeiro por vários fatores, como, por exemplo, a inibição ou falta de documentação (comprovante de renda ou de moradia).

O Projeto de Inclusão Bancária tem por objetivo aproximar os beneficiários do Bolsa Família ao Sistema Financeiro Nacional, por meio da abertura de conta corrente e acesso a outros serviços financeiros tais como o microcrédito, os microsseguros e a poupança. Além de facilitar o pagamento do benefício, a iniciativa vai promover uma série de ações de educação financeira que vão contribuir para que as famílias do programa possam utilizar os serviços bancários.
Saques e tarifas

Os beneficiários poderão fazer até quatro saques por mês, sem tarifa. As contas simplificadas são isentas de taxas e estão sendo abertas com dados já utilizados no Cadastro Único e mais o CPF, informação exigida pelo Banco Central. Os correntistas não terão talão de cheque.

Esta iniciativa começou com um projeto-piloto realizado em Belo Horizonte (MG), em 2008, com a inclusão bancária de quatro mil famílias. A experiência foi um sucesso. Uma pesquisa realizada pela Caixa mostrou que 98% dos beneficiários aprovaram a idéia. Eles também demonstraram não ter dificuldades para utilizar a conta, em função da prática em lidar com o cartão do Bolsa Família.

Atualmente, 1,95 milhão de famílias do Bolsa Família já possuem conta corrente simplificada na Caixa. O Bolsa Família atende 12,4 milhões de domicílios e movimenta não só a renda desses beneficiários, mas a economia local. Essa parcela da população sempre foi mantida afastada do mercado financeiro devido às rígidas exigências para abertura de contas e aos altos custos. Porém, as famílias atendidas pelo programa poupam, necessitam de empréstimo e outros serviços financeiros. Este projeto, além da facilitar a vida cotidiana e trazer mais dignidade para as famílias, poderá ser um grande instrumento para uma maior inclusão social e ampliação de oportunidades para este público.

Após o evento, o MDS dá início ao Seminário Bolsa Família e Microfinanças: promovendo o acesso da população de baixa renda a serviços financeiros. O encontro, que prossegue até quinta-feira (29) e reúne representantes de governo e de instituições financeiras, vai estimular o debate sobre produtos específicos para estes novos correntistas, incluindo ações de educação financeira.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dilma: Reforma agrária põe Brasil na vanguarda da democratização da terra!!!

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresentou neste domingo (25) um balanço que mostra que no período de 2003 a 2008 foram feitos assentamentos em 43 milhões de hectares. Para Dilma, a área é significativa “e coloca o Brasil na vanguarda do processo de democratização da terra”.
A ministra participou do 2º Colóquio PT e os Movimentos Sociais , realizado em São Paulo, que reuniu representantes de diversas organizações e entidades do movimento social brasileiro para discutir a atual conjuntura nacional, os avanços promovidos pelo governo federal e uma agenda social comum para os próximos 15 meses.
Dilma comparou os números da reforma agrária implementada no Brasil com outros países. Segundo ela, a Bolívia tem uma ação significativa de implantação da reforma agrária, mas com uma área de assentamento bem menor: 18 milhões de hectares de 2006 até este ano.
A ministra informou que também na Nicarágua, de 1979 a 1986, foram 2,8 milhões de hectares ocupados com assentamentos. No Chile, essa área foi de 5,5 milhões de hectares; em Cuba, 5 milhões de hectares e na Venezuela, 2 milhões de hectares.
Além disso, ela observou que o governo Lula apoiou o movimento sem terra com linhas de crédito e com assistência técnica. Dilma criticou os governos anteriores, dizendo que “no passado se assentavam as populações e as abandonavam”.
Outro benefício destacado pela ministra foi o Programa Luz para Todos, que permitiu aos pequenos produtores facilidades como resfriar o leite, processar alimentos, como a transformação de mandioca em farinha e conservar o peixe.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Oposição deveria pedir desculpas ao Brasil, diz líder do PT na Câmara :

O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), rebateu críticas da oposição de que o governo promoveu uma caravana eleitoreira na viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para visitar as obras do Rio São Francisco, na semana passada. A oposição entrou com uma representação contra o presidente e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, alegando antecipação de campanha.

Para Vaccarezza, em vez de fazer as críticas, "a oposição deveria pedir desculpas ao Brasil pelo tipo de governo que fez", numa referência à gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Leia a íntegra da entrevista ao jornal O Estado de São Paulo desta quinta-feira (22):

A oposição acusa o governo de fazer campanha antecipada.

A oposição deveria procurar melhor o eixo e fazer uma crítica mais consistente. Dizer que é contra a transposição do Rio São Francisco ou que deveria transpor outro rio, e não ficar com essa bobagem de dizer que é eleitoreira. Eleitoreiro é um governador de um Estado sair para inaugurar obra de outro Estado. Isso é eleitoreiro. Agora o presidente da República visitar uma obra do Brasil, uma das mais importantes, isso é bobagem da oposição.

O sr. está se referindo a quem?

Estou me referindo a Serra (governador de São Paulo) e a Aécio (governador de Minas). Eu acho que a preocupação nossa é gerar emprego, desenvolver o País, discutir as questões fundamentais para o País.

Lula falou até sobre "comício".

Não é nada demais. Qualquer político quando fala, fala sobre a política. É só você ver os discursos dos políticos de oposição numa inauguração. Agora nós estamos discutindo um fato. Não há nada de eleitoreiro no presidente da República visitar uma obra, das maiores do País, que dará água para 12 milhões de brasileiros.

Precisava levar a ministra Dilma e Ciro Gomes a tiracolo?

Dilma é ministra da Casa Civil e coordenadora do PAC, e a obra é do PAC. Então, ela tem responsabilidade direta. E Ciro foi quem iniciou a obra (quando ministro da Integração Nacional). A oposição deveria pedir desculpas ao Brasil pelo tipo de governo que fez. Para mim, essa é uma discussão menor.

Liderança PT/Câmara

Lula avisa a oposição que tem muita obra para inaugurar:

O presidente Lula ironizou ontem (21) o que classificou como nervosismo dos oposicionistas diante da inauguração de obras de seu governo. Pediu-lhes calma porque ainda tem muito por inaugurar e criticou os governos que a atual oposição comandou.“Eu só peço calma, calma, porque nós ainda nem começamos a inaugurar o que temos que inaugurar”, afirmou Lula, um dia depois que o PSDB, o DEM e o PPS encaminharam representação ao TSE pedindo que o presidente e a ministra Dilma Rousseff sejam punidos por “percorrerem o país em intenção eleitoral”.

“Agora desgraçou tudo. Agora, os homens estão ficando nervosos porque estamos inaugurando obra”, reagiu o presidente ao discursar, em Belo Horizonte, durante solenidade de lançamento da segunda etapa do programa BH Digital – que populariza o acesso à internet – e de assinatura de convênios com prefeituras para construção de moradias populares pelo programa Minha Casa Minha Vida.

“É a primeira vez na vida que vejo alguém ficar nervoso porque se inaugura obra”, ironizou, para logo atacar os governos anteriores.“Eu, quando era oposição, ficava nervoso porque não tinha obra, não tinha escola, não tinha estrada, não tinha ponte, não tinha nada. O Estado não existia. Agora que estamos começando a visitar para inaugurar, estão ficando nervosos”.

De acordo com o presidente, ministros de governos anteriores ficavam em Brasília porque não tinham obras a visitar. Hoje, segundo Lula, é diferente.

“Os ministros viajam pelo Brasil afora. Nunca viajaram tanto como viajam hoje. E viajam porque tem trabalho, tem obra, tem realização. Antigamente, não tinha e não precisava viajar. Ficava todo mundo lá em Brasília olhando o tempo passar”.

A presença do presidente na capital mineira, acompanhado pela ministra Dilma Rousseff e mais sete ministros, fez parte de um roteiro de dois dias de viagem a cinco cidades. Em Ouro Preto, Lula lançou o PAC das Cidades Históricas. O programa, coordenado por Dilma, prevê investimentos de R$ 890 milhões em 173 cidades, até 2012, para recuperar cerca de 5.200 imóveis privados e tombados pelo patrimônio histórico, restaurar 200 monumentos públicos e investir no desenvolvimento de 120 atividades produtivas. Ainda em 2009, o governo investirá R$ 140 milhões em 32 cidades históricas.

Hoje o presidente vai inaugurar a Hidrelétrica de Baguari. Construída no Rio Doce, no município de Governador Valadares (MG), a hidrelétrica tem capacidade de gerar 140 Mega Wats que irão beneficiar mais de 500 mil habitantes da região. Com investimentos de R$ 516 milhões – dos quais 70% financiados pelo BNDES – a obra gerou cerca de 1.200 empregos diretos na região.

A viagem será encerrada no Triângulo Mineiro, onde Lula vai inaugurar obras rodoviárias financiadas pelo PAC, lançar a pedra fundamental do campus da Universidade Federal do Triângulo (UFTM) e assinar contratos do programa Minha Casa Minha Vida. Segundo afirmou ontem a ministra Dilma, os contratos firmados para a construção de moradias já garantem o atendimento de mais de 100 mil famílias de baixa renda.

PT e PMDB firmam pré-compromisso para as eleições presidenciais de 2010:


Leia abaixo nota conjunta divulgada nesta quarta-feira (21) pelo PT e PMDB, relativa ao processo de aliança entre os dois partidos para as eleições presidenciais de 2010.

Nota à Imprensa

Representados por lideranças e dirigentes nacionais, PMDB e PT, após avaliar o satisfatório cumprimento dos eixos programáticos que fundamentaram a coalizão de governo em 2007, comunicam que, de comum acordo, estabelecem pré-compromisso com vistas à disputa da eleição à Presidência da República em 2010, baseados nas seguintes premissas:

1 - Construir aliança programática e eleitoral para o pleito presidencial;

2 - Os dois partidos comporão, necessariamente, a chapa de Presidente e Vice, a ser apresentada ao eleitorado brasileiro;

3 - Os dois partidos compartilharão, em conjunto com as demais agremiações que venham a integrar essa aliança, a coordenação de campanha e a elaboração do programa de governo, com objetivo de dar continuidade aos avanços do governo do Presidente Lula, do qual PT e PMDB são forças de apoio e sustentação.

4 - Com esse escopo, PMDB e PT levarão este pré-compromisso às suas instâncias partidárias, construindo soluções conjuntas para as alianças regionais;

Brasília, 21 de outubro de 2009.

Partido dos Trabalhadores (PT)
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

domingo, 18 de outubro de 2009

Expansão do Bolsa Família gera crescimento de R$ 43 bi no PIB:

A expansão do valor total dos benefícios pagos pelo Bolsa-Família entre 2005 e 2006, de R$ 1,8 bilhão, provocou um crescimento adicional do PIB, de R$ 43,1 bilhões, e receitas adicionais de impostos de R$ 12,6 bilhões. Esse ganho tributário é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa-Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.
Essas estimativas estão num estudo recém concluído dos economistas Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), antigo Ibmec-São Paulo, e de Paulo Henrique Landim Junior, aluno da graduação do Insper.
O objetivo do trabalho era investigar os efeitos do Bolsa-Família - que hoje atinge 12,9 milhões de famílias - na economia dos municípios. Os pesquisadores investigaram 5,5 mil cidades nos anos de 2004, 2005 e 2006. Os dados utilizados foram o PIB, a população e a arrecadação de tributos nos municípios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os desembolsos do Bolsa-Família, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
A partir dessa base, Menezes e Landim empregaram métodos estatísticos para calcular o impacto na economia municipal de aumentos dos repasses do programa per capita - os repasses divididos pela população do município (e não pelo número de beneficiários).
A conclusão foi de que um aumento de 10% no repasse médio per capita do Bolsa-Família leva a uma ampliação de 0,6% no PIB municipal no ano em que ocorre a expansão e no seguinte.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

GOVERNO LULA JÁ CONCLUIU MAIS DE 900 OBRAS DO PAC:

O 8º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), divulgado nesta quinta-feira (8), aponta que 39% das obras monitoradas estão concluídas, de acordo com levantamento feito em agosto deste ano. São mais de 900 ações do programa já concluídas pelo governo federal.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que 52% das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão com o andamento dentro do cronograma previsto pelo governo. Outras 7% das obras estão em situação de atenção e 2% em estágio preocupante. O restante (39%) das 2.393 ações monitoradas já foram concluídas.
Levado em consideração o desempenho do PAC em relação aos valores aplicados nas obras, o governo considera 70% em situação adequada, 7% em atenção e 1% em patamar preocupante. Os outros 22% dos investimentos são de obras concluídas.
Desde o início do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em janeiro de 2007, até agosto deste ano, os investimentos no programa do governo federal totalizam R$ 338,4 bilhões. O montante equivale a 53,6% do total previsto para ser aplicado até 2010.
As estatais contribuíram com R$ 107,1 bilhões, e o orçamento fiscal, com R$ 28,2 bilhões. O setor privado respondeu por R$ 83,6 bilhões do total. Os financiamentos ao setor público contabiliaram R$ 5,7 bilhões e os empréstimos à pessoa física chegam a R$ 113,8 bilhões. O item financiamento a pessoas físicas inclui, por exemplo, financiamentos habitacionais.
Entre as obras dentro do cronograma estão o trecho sul do Rodoanel de São Paulo, com perspectiva de 90% dos trabalhos concluídos até 30 de dezembro deste ano, e a ferrovia nova Transnordestina, com orçamento estimado de cerca de R$ 5,5 bilhões e data de conclusão projetada para 30 de setembro de 2011.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MOVIMENTO SOLIDARIEDADE É DESTAQUE EM MATÉRIA NO SITE NACIONAL DA MENSAGEM AO PARTIDO, CONFIRA:













Neste PED, a Mensagem encontra-se mais organizada nacionalmente, tendo núcleos organizados em 26 das 27 unidades da federação. Na imensa maioria dos estados tivemos avanços significativos, seja pela incorporação de novas forças, como é o caso do agrupamento Reencantar, da Bahia,e do agrupamento Solidariedade, do Pará, seja pelo crescimento próprio da Mensagem. Assim, por exemplo, no estado de Rondônia, onde no último PED a Mensagem não existia, hoje temos uma chapa bastante competitiva a nível estadual.
O quadro nacional é o seguinte: 15 estados em que a Mensagem ao Partido tem chapa própria: AM, AP, CE, DF, ES, GO, MG, PA, PE, RN, RO, RR, RS, SP e TO; em sete estados a Mensagem participa de chapa junto com outras forças: AC, AL, BA, MS, MT. PI e SC; em três estados a Mensagem está dividida em mais de uma chapa: MA, PR e RJ. Para que todos possam acompanhar o quadro nacional, neste espaço iremos divulgar a cada dia a chapa de cada estado. Veja direto no site da Mensagem ao Partido...


http://www.mensagemaopartido.org.br/mensagem/interna.php?nome=jecardozo&id=142




sábado, 3 de outubro de 2009

Cardozo participa de lançamento de Raul Pont no RS e da chapa da Mensagem em SP:

A agenda de campanha do candidato à presidência nacional do PT, José Eduardo Cardozo, esteve cheia neste fim de semana. No sábado, dia 26, Cardozo esteve no Rio Grande Sul para o lançamento da candidatura de Raul Pont à presidência estadual do PT. No domingo, 27, foi a vez de São Paulo realizar ato de lançamento da chapa da Mensagem ao Partido no estado. Em Porto Alegre, num almoço que reuniu cerca de 600 pessoas, além de Pont e Cardozo, estiveram presentes o presidente estadual do PT, Olívio Dutra, o ministro da Justiça e pré-candidato ao governo gaúcho, Tarso Genro e lideranças de todo o Rio Grande do Sul.Num discurso emocionado, Pont defendeu os princípios de fundação do PT (ele é membro do Diretório Nacional do Partido desde o início) e conclamou a militância a construir a vitória ao governo do Estado em 2010. " O Brasil segue nos trilhos do desenvolvimento com inclusão social, e é nossa tarefa colocar o Rio Grande nesse mesmo caminho", enfatizou.São PauloNa manhã de domingo, 27, no Sindicato dos Engenheiros, foi a vez da Mensagem ao Partido de São Paulo lançar sua chapa ao Diretório Estadual do PT.Com a presença de cerca de 150 militantes de 40 municípios do estado, dos deputados federais Paulo Texeira e Janete Pietá, do estadual Simão Pedro, do prefeito de Várzea Paulista, Eduardo Tadeu, além de vereadores, dirigentes e lideranças petistas.Em sua intervenção, Cardozo destacou a importância que São Paulo terá na definição do PED. Para ele, “a ida ao segundo turno dependerá do resultado que a Mensagem ao Partido terá no estado”. Hoje o estado de São Paulo concentra cerca de 25% dos filiados ao PT.