quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Presidenta Dilma completa 64 anos

Siga @correioluziense  
A presidente Dilma Rousseff completa 64 anos nesta quarta-feira (14) e passou o dia com a família em Porto Alegre. A presidente está na capital gaúcha desde terça-feira (13) e deve voltar ainda hoje para Brasília. Este é seu primeiro aniversário desde que assumiu o governo.

Para comemorar o aniversário com a família, Dilma mandou bloquear toda a agenda de hoje e não terá compromissos oficiais. Ela passou o dia com a filha Paula, o neto Gabriel e o ex-marido Carlos Araújo.

Dilma chegou a Porto Alegre na tarde de ontem, logo após o lançamento do programa Ciência Sem Fronteira, no Palácio do Planalto, em Brasília. 

O projeto do Ministério da Ciência e Tecnologia vai conceder bolsas de estudos no exterior a alunos de destaque na área de ciências exatas.

Logo depois que chegou à capital gaúcha, a presidente participou de cerimônia de lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Rodovias e do lançamento de um programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário. 

Avessa a festas, Dilma celebrou os últimos dois aniversários com comemorações discretas. Em 2009, quando ainda era ministra da Casa Civil, ela passou a data em Brasília, no Palácio do Planalto, e encomendou salgadinhos e vinho. 

No ano passado, quando já havia sido eleita presidente, ela ficou em Porto Alegre. No dia que completou 63 anos, Dilma foi homenageada pelos alunos da Escola de Educação Infantil Nossa Senhora das Graças. 

As crianças cantaram Parabéns a você e enviaram um bilhete, levado por um agente de segurança, desejando sucesso à presidente eleita. Pouco depois, Dilma foi visitar a escola, onde cumprimentou os professores, abraçou e beijou as crianças e pegou algumas delas no colo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

FMI pede mais recursos e Brasil impõe condições

por @correioluziense 
O Brasil poderá fazer um novo aporte de recursos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para minimizar os efeitos da crise econômica mundial principalmente na Europa. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1º), após reunião do ministro da Fazenda, Guido Mantega, com a diretora-gerente do FMI, Cristina Lagarde em Brasília.
“O Brasil está disposto a colaborar com aporte. Desta vez o FMI não veio trazer dinheiro como no passado, mas veio pedir dinheiro para o Brasil emprestar. Prefiro ser credor do que devedor. Temos larga cooperação que vamos reforçar”, disse Mantega.
Apesar da garantia do reforço financeiro, os valores não foram definidos. Segundo Mantega, o montante deve ser decido entre os integrantes do Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul) antes da reunião do G20, prevista para fevereiro. Além disso, os valores “estão condicionados a continuação de reforma de cotas [poder de voto no FMI] que já foram acertadas” nos dois últimos anos.
Um dia antes da visita de Lagarde, o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Cozendey, disse que a ajuda direta aos países europeus continua afastada. “O Brasil prefere tratar eventual aporte de recursos via Fundo Monetário, pois, nesse caso, os recursos ficam disponíveis tanto aos países europeus, quanto a outros, caso venham necessitar em função do agravamento da crise”, disse.
Segundo o ministro, os recursos serão oferecidos para minimizar os efeitos da crise europeia. “Acredito que a zona do euro possui instrumentos para superar a crise, mas enquanto isso não ocorre a situação se deteriora. Nossa preocupação não é só com os países europeus, mas principalmente com os países emergentes”.
Mesmo tendo assegurado que o Brasil vai aportar recursos, Mantega cobrou que os países desenvolvidos façam o mesmo e reforcem o FMI. “Esperamos que todos os países compareçam. Vamos colocar nossos recursos, mas esperamos que eles também entrem com a parte deles, até porque se trata de países muito mais ricos e fortes do que nós”.
Agência Brasil